Hoje fui a Santos.
Além de matar as saudades, lembrei na volta de uma coisa no mínino curiosa.
Com meus 18 anos, meu pai me deu uma loja no SuperCentro Boqueirão. E como sócio, nada mais, nada menos do que Roberto Mário Santini. A loja era a livraria e papelaria A Tribuna. Fora o fato de com isso eu perceber que não dava para o comércio, mudei a loja para uma camisaria e foi pior a emenda que o soneto. Mas, o que era curioso era o fato de Roberto Santini, um cara maravilhoso, todo sério, dono de uma das maiores redes de comunicação do Estado de SP, quando vinha guiando para São Paulo, logo no começo da Anchieta, tinha uns vendedores de siri na beira da estrada. E Roberto, dentro de toda a sua seriedade, fingia ter perdido o controle do carro e ia para cima dos pobres coitados. Voava siri para todo o lado. E Roberto seguia sua viagem as gargalhadas... (por gentileza, não repitam isso sob nenhuma hipótese).
terça-feira, maio 12, 2009
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