Sou neto e bisneto de uma geração de desenhistas.
Ascendino Etelvino do Prado Andrade - bisavô, Francisco Xavier de Paiva Andrade (FXPA) - avô, Accindino Souza Andrade (Dino) - pai e eu Francisco Eduardo Del Rio Andrade (FEDRA) - o filho. Cresci no meio de gente desenhando. Transformando folhas brancas de papel em arte. Lápis, Bico de pena, nanquim, tira-linhas, esquadros, réguas T, cola de sapateiro, pincéis, e um monte de coisas que simplesmente estão desaparecendo com o advento do computador. Mas, confesso que ainda o lápis exerce um fascínio especial.
Hoje, graças a uma pessoa fantástica que conheci através do computador (via e-mail), Zé Roberto Grauna, do Rio de Janeiro, toda essa história está sendo revivida e quem sabe, será editada em próximo livro. Assim espero.
terça-feira, fevereiro 10, 2009
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