segunda-feira, janeiro 12, 2009
Reveillon (quem entende...)
Quem foi que criou esse negócio de no mundo inteiro, soltar fogos na passagem do ano? Pois bem, somando-se todas essas comemorações de artifício, 15 minutos em média em cada cidade, ao custo variável de 200 mil reais (Porto Alegre) até 1 milhão oitocentos mil reais (Brasília), 1 milhão e seiscentos mil reais (Rio) e por aí vai, devemos chegar a um número assustadoramente grande. Grande o suficiente para suavizar a fome ou as desgraças da natureza por algum tempo. Até mesmo Santa Catarina fez a sua festa (festa?) que culminou com o rojão atingindo a cabeça de Ana Paula, 21 anos, com perda de massa encefálica e em coma até hoje. Se viver será um vegetal. Agora me digam, isso é comemorar o quê? A continuidade... a mesmice... Não seria melhor todos ficarem quietinhos em seus cantos, deixando que a vida tenha sua continuidade, em silêncio, acumulando energia positiva, apostando suas fichas num ano melhor, mais justo e mais tranquilo (já sem trema...) para todos.
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